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MADEIRAS DE GUITARRA: ROSEWOOD


Existem dois tipos básicos de jacarandá usados ​​para construir fretboards em guitarras e baixos elétricos:
Jacarandá indiano (Dalbergia latifoglia),
Jacarandá brasileiro (Dalbergia Nigra).

A árvore cresce a uma altura de 25 mt com 0,3 a 0,5 mt.
diâmetro. O peso médio é de 850Kg / mt3, portanto, bastante pesado, e a cor pode variar de marrom escuro a roxo, dependendo do corte.

Jacarandá indiano

Jacarandá indiano foi introduzido pela primeira vez por Leo Fender no lugar de maple e a partir de então tornou-se o padrão, e é hoje em dia a madeira mais comum usada para a construção de fretboard.

O jacarandá indiano tende a escurecer um pouco o tom, acrescentando calor ao pescoço e geralmente ao tom de todo o instrumento. É uma madeira muito porosa e, portanto, mais sujeita do que o ácer ou o ébano para reagir às mudanças climáticas e reter umidade e sujeira. Se usado para fretboard, portanto, recomendamos que você reduza a espessura em favor do bordo.

As fretadoras de pau-rosa devem ser periodicamente mantidas limpas e lubrificadas para evitar rachaduras que possam ocorrer se a madeira não estiver adequadamente temperada e secar rápido demais.

A sensação do pau-rosa sob as pontas dos dedos é um pouco mais áspera do que a oferecida pelo bordo (que é 99% das vezes terminado) ou ébano.

Jacarandá brasileiro

O pau-rosa brasileiro, também conhecido como "Bahia" e "Jacarandá", cresce no Brasil e em Honduras e está se tornando uma madeira rara, protegida e cara.
A árvore cresce a uma altura de 15 a 30 metros com um diâmetro de 1mt. O jacarandá brasileiro é mais denso e pesado que o das espécies indígenas, com peso variando de 930 a 1100kg / mt3. A cor é marrom-clara com listras amarelas e alaranjadas muito chamativas.

Devido à sua densidade, o tom do jacarandá brasileiro é mais semelhante ao ébano do que ao jacarandá da Índia, com um conteúdo harmonioso equilibrado em todas as freqüências e também não é poroso, o que significa mais rigidez, estabilidade e sustentação. O toque do jacarandá brasileiro é suave e semelhante ao do ébano.

UMA NOTA HISTÓRICA:

Embora o maple fosse a princípio a madeira que a Fender escolheu para seus fretboards, foi repentinamente substituída pelo jacarandá indiano em 1959 nas guitarras Fender, por motivos de marketing e competição ("The Fender Stratocaster - A.R.Duchossoir.").

Depois de algum tempo, Leo Fender percebeu que a introdução do pau-rosa, uma madeira oleosa, tinha um impacto negativo no tom e na estabilidade do pescoço (as duas madeiras tendem a reagir de diferentes maneiras às mudanças ambientais e climáticas). quase um folheado (2 a 3mm) até que em 1967 os fretboards de bordo foram reintroduzidos, primeiro como opção, e finalmente para sempre em 1970.

Hoje, a Fender oferece ambas as opções, mas apenas alguns de nós conhecemos toda a história, o que nos diz muito sobre a atenção a ser dada na escolha da madeira para um pescoço de bordo para preservar a estabilidade do tom e do pescoço.